A cada momento sou presentada com novas situações. Não há forma de evitá-las, nem isso seria benéfico para a minha vida.

Existem situações que me agradam mais e outras que me agradam menos. Independentemente disso, o desenrolar de cada acontecimento não é algo que está em meu poder.

Posso, na qualidade de observador, influenciar o resultado, mas a forma como tudo ocorre é algo que está fora do meu controlo.

Então, se o poder da minha vida está nas minhas mãos e se eu não posso interferir com as situações que acontecem, o que é que eu posso fazer?

Posso fazer duas coisas: aceitar e mudar.

Aceitar aquilo que não posso mudar: as situações que acontecem, as pessoas, o tempo, etc…

E mudar aquilo que posso.

E o que é que eu posso mudar? Posso mudar a forma como reajo às situações; posso mudar o que sinto relativamente ao mundo que me rodeia…

No fundo, o poder que nós temos não passa de um poder sobre nós mesmos. Esse poder não é algo a nível físico, como por exemplo alterar a nossa aparência, mas sim algo mais profundo do que isso.

Se pensar bem, cada vez que altero a forma como vejo determinada situação, é como se me deparasse com uma situação nova.

A situação não se alterou, mas a minha postura enquanto observadora sim. Assim eu criei uma mudança, que apesar de não ter ocorrido na situação, influenciou o resultado.

Quando eu ouvia falar em influenciar o resultado, achava que era com base na manipulação. Eu queria X e manipulava as coisas para que X acontecesse.

Mas, o verdadeiro poder não está em manipular para obter X. É mais querer X, pôr ação para conseguir X, mas estar aberta a outras opções, pois X nem sempre pode ser o melhor para mim.

Se acompanhado a cada objetivo estiver o foco em sentir-me bem, independentemente do que acontecer, de certeza que só poderei trazer para mim coisas que me farão bem.

Obrigado por este dia!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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