Tenho observado a forma como deixo a minha vida fluir e qual é a postura com que me apresento ao mundo.

Apesar de saber que não posso controlar nada e ainda que ache que o que estou a fazer, apenas estou enganar-me a mim mesma, a tendência para controlar ainda é grande.

As melhores coisas na vida acontecem quando coloco ação e largo, mas fazê-lo tem sido um treino.

Quando me foco no percurso que me vai levar aos meus objetivos, existe sempre uma resistência pois a minha mente foca-se nos possíveis obstáculos em vez de se focar apenas na meta final.

Eu já sei disso e sei que a solução para o meu problema é não pensar. Ainda assim resta aquela vontade de querer as  coisas à minha maneira.

Essa vontade resulta na miopia, na rigidez e em todos os outros sinais que o meu corpo me dá, mostrando-me que a minha conduta apenas me destrói.

Tomar consciência disso é o primeiro passo para mudar, mas apenas isso não chega.

À medida que vou treinando o deixar fluir, vejo cada vez com mais clareza que as melhores coisas na vida acontecem quando menos espero.

Já escrevi bastante sobre isto, mas é mesmo importante relembrar-me da importância de largar, confiar e acima de tudo de aceitar-me como sou.

No fundo tudo vai dar sempre à mesma base. E apesar de tão simples, ainda são complicados para mim estes pequenos passos básicos.

Mas assim como aprendi a andar, passo a passo e depois a correr e a saltar, também posso treinar esta forma de viver a vida.

Tenho literalmente a vida toda, durante o tempo que ela durar.

Ter como intenção viver uma vida fluída tem aberto a minha mente para novas possibilidades e tenho-me sentido mais realizada do que nunca.

Obrigado por este dia repleto de aprendizagem.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

mvp

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