Os últimos dias têm sido repletos de atividades que não seriam habituais. Tenho tido oportunidades para lidar com diversas situações e uma das coisas que mais me tem passado pela mente é a ansiedade.

Muitas vezes só o pensar em fazer algo despoleta em mim pré-ocupação e sei que até que aquilo aconteça, não irei estar descansada. Por vezes, evito passar por determinadas experiências, para não ter que passar pelo tempo até que elas aconteçam.

Mas, uma vez que estou disposta a mudar os aspetos em mim que apenas bloqueiam o fluxo da vida, pensei no facto de os últimos dias, apesar de estarem recheados de coisas novas, não foram dias “stressantes” e fui conseguindo fazer o que queria, sem me sentir exausta.

Aplicando boa-vontade naquilo que faço permito que tudo corra da melhor forma e tendo uma mente aberta abro-me para possibilidades que nunca poderia imaginar.

Em reflexões anteriores tenho escrito sobre o facto de a vida me encaminhar sempre para o melhor resultado possível.

Mas como é que isso pode acontecer se eu não confio? Se penso nas infinitas coisas que podem correr mal em vez de viver na certeza que aquilo que acontece é o melhor?

Sempre que eu estou ansiosa, eu foco-me no que não quero e crio situações bastante difíceis de lidar. Não porque existam coisas difíceis, mas sim porque o meu estado de espírito não é propício à resolução, mas sim à complicação.

Tudo é perfeito e, ou escolho acreditar nisso e maravilho-me com as diversas oportunidades que tenho para ser uma pessoa melhor, ou então resisto à vida e vivo em ansiedade e escolho viver uma vida limitada.

Estar bem ou estar mal é uma escolha. Posso usar tudo o que acontece no dia-a-dia para estar cada vez pior ou para estar cada vez melhor.

Obrigado por este dia repleto de alegria.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

Foto original por Elijah Henderson on Unsplash

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