Deixar a vida acontecer – Reflexões Diárias

Ao longo deste fim-de-semana e durante o dia de hoje tenho tido muito presente o deixar que as coisas fluam. Já tinha escrito sobre o facto de quando deixo fluir, as expectativas serem sempre superadas, mas nunca tinha sentido isto da maneira que estou a sentir hoje.

Tenho reparado nas “coincidências” que foram acontecendo: pessoas que aparecem, oportunidades, emails, etc… Coisas que eu não poderia imaginar, mas que encaixam perfeitamente naquilo que eu precisava.

Então pensei: “será que isto é um momento de sorte?” e cheguei à conclusão que existem dois aspectos que posso considerar.

Primeiro, tenho treinado o deixar fluir e não resistir quando as coisas não correm como esperado. Esta postura tem permitido que tudo flua de uma forma diferente, proporcionando que eu seja direcionada para soluções perfeitas para os meus problemas.

Depois, sendo que estou a fluir, estou mais desperta, confiante e segura o que me permite absorver aquilo que me rodeia e que usufrua das oportunidades que chegam, em vez de viver envolta num manto de medo e insegurança que me tolda a visão, em todos os sentidos.

Deixar a vida acontecer, participando no seu desenrolar com a ação focada nos objetivos, é algo a ter presente.

O maior objetivo é estar bem. Posso desejar muito um carro, mas de que me servirá ele se eu não me sentir bem comigo?

Se eu estiver bem, em gratidão, aceitação e amor, tenho a certeza que tudo será uma bênção, que os objetivos serão concretizados, que as oportunidades aparecerão e que tudo fluirá.

Cada vez vejo mais que a melhor forma de viver a vida é deixar-me guiar pelo que acontece, sonhando e usufruindo.

Todas as complicações vêm de preconceitos, todos os medos vêm da falta de confiança e todos os fracassos vêm de uma perspectiva dualista.

É tão fácil viver e deixar fluir. Difícil é resistir e  complicar a vida!

Obrigado por este dia!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

Escolher um mundo melhor – Reflexões Diárias

Este fim-de-semana participei na 1ª Convenção Internacional de Saúde Integral e gostaria de agradecer por esta oportunidade e por tudo o que este maravilhoso evento trouxe. Em breve irei escrever um inventário sobre todos os pontos “importantes” desta convenção.

Na sexta-feira refleti sobre a gratidão, no sábado, apesar de não ter escrito a reflexão, tive presente o quão a vida é perfeita a encaminhar-nos para o melhor resultado possível e hoje refleti novamente sobre a gratidão.

Quando me sinto grata, entro no fluxo e fico disponível para receber todas as bênçãos que me são destinadas. Tudo o que me é apresentado é usufruído, independentemente daquilo que seja: comida, oportunidades, espaços, situações…

Mas quando o sentimento é contrário, quando nego e resisto àquilo com que sou presenteada, as coisas funcionam de maneira diferente. Por muito bom que seja aquilo que me é dado nunca conseguirei tomar consciência da imensidão desse presente, nem usufruir disso.

Hoje li algo como:  o presente é resultado da sementeira do passado e quanto mais ingrata sou, mais corto o fluxo e mais ingrata ficarei, aumentando sempre o mal-estar.

Mas se eu trabalhar a gratidão por tudo, mesmo aquilo que eu não gosto, só estarei a semear melhores coisas para mim e consequentemente para o planeta.

Porque quanto melhor estiver eu, melhor estará o mundo. Não posso ajudar ninguém se eu própria não estiver bem. Não posso nunca dar aquilo que não tenho.

É uma responsabilidade minha estar o melhor, o mais grata, o mais amorosa, o mais honesta possível, pois só assim poderei garantir que estou a semear uma colheita saudável e abundante para este mundo.

Estou grata pela oportunidade de poder contribuir com a minha experiência, com o meu percurso e principalmente com o meu crescimento, para o melhoramento e expansão do planeta que habitamos e que é a nossa casa.

Obrigado pelas oportunidades de escolher um mundo melhor.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

A cultura do instantâneo

Quanto tempo temos que esperar para que as coisas se manifestem?

Eu pensava que se as coisas não acontecessem logo, ou num prazo muito curto, elas não resultavam e por isso podia desistir. E estava sempre frustrada porque nada parecia resultar.

Passado algum tempo, comecei a obter resultados de coisas que fiz e larguei, ou seja, pus ação em determinado projecto e continuei a “minha vida”, sem me preocupar com os resultados.

Nos projectos dos quais desisti e principalmente aqueles que forcei nada aconteceu.

Porquê?

Um grande amigo meu, António Fernandes, muitas vezes me disse:

“ Só tens que pôr ação e ter certeza que vais receber aquilo que semeaste”.

Estamos habituados a querer ter as coisas na altura em que queremos, da forma como queremos, sem pensarmos que se algo não está a acontecer é porque é para nosso benefício.

As coisas acontecem no momento certo, e se nós estivermos atentos e disponíveis para que elas se manifestem na nossa vida o resultado é maravilhoso.

O importante é termos objectivos e deixarmos fluir. Não devemos apegarmo-nos a metas e devemos sempre ter em mente que no segundo em que pomos ação em algo isso já está a acontecer e no momento certo iremos obter os resultados.

Temos que nos libertar da cultura do instantâneo!

A vida não é madrasta, simplesmente nos dá o resultado daquilo que semeamos.

 Se queremos colher trigo, não vamos semear milho. E quando semeamos o trigo, não vamos constantemente desenterra-lo para nos certificarmos que ele está a crescer, pois não?


Ângela Barnabé

Gratidão…

Partilha sobre “O Manual de Gestão de Stress” – Gratidão

Hoje encontro-me no 24º dia de “O Manual em Gestão de Stress” e o tema é a gratidão. Um dos objetivos deste dia é partilhar a gratidão que sinto por fazer este programa e por tudo o que ele proporcionou na minha vida.

E aqui estou eu a passar a minha mensagem.

Confesso que quando comecei a fazer este programa não tinha ideia de quantas mudanças iriam ocorrer na minha vida. Mudanças grandes e pequenas mudanças que fizeram toda a diferença. Hoje não sou de certeza a mesma pessoa que era há 24 dias atrás.

Neste momento, sinto-me como se entrasse num novo mundo, e estivesse a percorrer um caminho novo. Mas não é um caminho qualquer… Um caminho que me vai levar ao objetivo que defini no ínicio, mas que em vez de apenas me dar prazer quando alcançar o objetivo, já me dá plenitude, bem-estar e acima de tudo confiança que no momento certo tudo se vai compor.

Em alguns dias parecia que tudo corria mal e tive muitas vezes que reler novamente a ação do dia e seguir sugestões. Mas nada é o que parece. Nesses dias cresci muito, trabalhei situações que me impediam de andar para a frente, e no final do dia era uma pessoa nova!

O que posso retirar destes últimos 24 dias? Temos que baixar os braços, seguir sugestões e termos plena consciência que as únicas pessoas que podem mudar e interferir com a nossa vida somos nós.

Comigo resulta!


Ângela Barnabé

Viver vs. Sobreviver

“Você pode sobreviver, mas sobrevivência não é vida.”

Osho

 

A humanidade afirma-se racional, superior a outros animais que são considerados irracionais, mas será que isso significa que somos superiores?

Vou dar-vos um exemplo. Dizem que os animais são irracionais, uma vez que todas as suas atitudes são concretizadas apenas para assegurar a sua sobrevivência. Mas e nós humanos, os seres supostamente racionais agimos de forma a viver ou sobreviver?

Será que viver se baseia em estudar, arranjar um emprego, casar, ter filhos, reformarmo-nos e esperar que a morte chegue? Não existe aqui uma pequena parecença com as atitudes dos animais? Eles são ensinados a caçar ou a procurar alimento, arranjam um parceiro, procriam e a sua vida baseiam-se na sobrevivência.

Parece que afinal o nosso conceito de viver e sobreviver afinal é o mesmo. Então por que é que nos afirmamos racionais se fazemos o mesmo que os animais irracionais?? Será que é a racionalidade que nos poderá distinguir dos animais?

Porque é que em vez de chegarmos a uma altura em que paramos de evoluir e nos deixamos levar, não estamos em constante evolução e aproveitamos e usufruímos de tudo o que a natureza nos dá, uma vez que o que nos difere de outras espécies é o poder de criar?

Esta ânsia de ser supostamente feliz, ou seja, de ter um emprego, casar e ter filhos não passa simplesmente de uma fuga para a verdadeira felicidade, aquela onde nós nos sentimos bem connosco mesmos, com os outros e cujo objetivo é evoluir, é questionar, é procurar o nosso lugar neste vasto universo!

Por isso temos que aceitar e ao poucos largar estes velhos conceitos que estão enraizados nas nossas mentes, num mundo que está em constante mudança.

Viver é mudança, é criação, é evolução.

E tu vives ou sobrevives?


 Ângela Barnabé

A cura…

Hoje em dia tomarmos medicamentos é tão normal como tomar banho! A maior parte das pessoas ao mínimo sintoma dirigem-se logo às farmácias para se intoxicarem com químicos. Mas porque é que em vez de usarem algo que basicamente só intoxica o nosso organismo e nos dá um falsa sensação de cura, não optam por algo natural?

Por exemplo quando alguém tem uma dor nas costas o que é que faz? Toma um analgésico, por vezes pensando que irá ficar curada. Mas e se eu lhe disser que o problema continua no nosso organismo? Os analgésicos não curam nada! Eles simplesmente impedem que sejam passadas as sinapses da dor nos nossos neurónios impedindo que possamos sentir a dor.

E porque é que em vez de tentarmos disfarçar os nossos problemas, não procuramos a sua verdadeira causa? Limitamo-nos a enganarmo-nos, pensando que ao intoxicarmos o nosso organismo vamos resolver o problema.

Mas porquê?

Gostamos de andar a sofrer, doentes, sentindo-nos mal connosco mesmos…

Queremos ser felizes, buscando infindavelmente a nossa felicidade, mas na verdade limitamo-nos a ser infelizes, arranjando sempre desculpas, dentre as quais doenças e mais doenças, cuja cura está em nós mesmos!


 Ângela Barnabé

Holler Box

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