Um dia de cada vez – Reflexões Diárias

Cada dia é um novo ciclo, uma nova oportunidade. Hoje, começamos um novo mês e começamos um novo ciclo. Daqui a cerca de 30 dias começamos um novo ano e iniciamos um novo ciclo.

Ao contrário do que eu pensava não é necessário iniciar uma nova semana, um novo mês, nem um novo ano para começarmos uma mudança. Aliás, sempre que coloquei isso como meta acabei sempre por adiar.

Tenho todos os dias 24 horas para ser uma pessoa melhor. E o que é isso de pessoa melhor?

Para ser uma pessoa melhor penso que a única coisa que posso fazer é estar bem. Nesse estado, nunca poderei dizer uma palavra ou ter uma ação que não seja para o benefício de todos.

Sempre que sou agressiva estou mal comigo mesma. Tenho medo, sinto culpa ou estou magoada e quero que todos os outros estejam como eu.

Agora, se eu estiver bem, aí desejo o bem de todos e com muita facilidade respeito as escolhas e decisões dos outros, sem julgar.

Escolher estar bem é algo que tem que ser feito a todo o momento. É um treino constante, pois cada dia existem novas situações para lidar e quanto mais “limpo” aspetos menos benéficos em mim, mais descubro aspetos que tenho que trabalhar.

Não se trata de trabalhar tudo de uma vez, ainda que a mudança possa acontecer instantaneamente. É aprender a fluir com a vida, a dançar o seu ritmo e a aceitar aquilo que sou.

É ter consciência que existe a opção de viver ou de sobreviver; do paraíso ou do inferno e que todos estes aspetos se encontram ao meu alcance, a todos os momentos.

É viver um dia de cada vez, mas cada vez com mais alegria, mais amor e mais fluidez, confiante que tudo aquilo que eu preciso está aqui, neste preciso momento.

Obrigado por mais um ciclo!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

O momento é agora – Reflexões Diárias

Nos últimos dois meses tenho experimentado inúmeras mudanças, principalmente pela minha disposição a que elas acontecessem.

Uma das coisas que ainda tenho que treinar muito é viver o agora. Ocupo a minha mente com projeções do futuro e recordações do passado e isso impede-me de usufruir aquilo que me é apresentado no momento.

Posso dizer que tenho mais facilidade em viver o agora, ou pelo menos que é mais fácil para mim tomar consciência do meu alheamento da realidade, mas é de facto um desafio focar-me naquilo que estou a vivenciar.

Toda a ansiedade que possa sentir, toda a falta de clareza de visão e todos os medos são causados pela incapacidade de viver o agora, ou melhor, são efeito da minha resistência a viver agora.

Eu sei que o momento para operar uma verdadeira mudança é agora, perante cada situação com que me deparo.

Neste momento, enquanto escrevo este texto, não posso decidir qual será o meu estado perante qualquer situação que acontecerá amanhã.

Mas, de certa forma, posso operar uma mudança amanhã. Posso sentir-me bem agora, posso aceitar-me tal como sou e isso será aquilo que colherei amanhã.

Mas tenho que decidir fazer isso agora, perante aquilo que está a acontecer neste momento.

Nem sempre consigo atingir esse estado e ainda gasto parte do meu tempo a viver aquilo que não está acontecer.

O facto de estar a trabalhar a aceitação daquilo que sou têm-me ajudado também neste aspeto de viver o agora, pois reconheço que estou a fazer o melhor que sei e que ao fazê-lo estou a garantir um melhoramento contínuo.

Este despertar para o agora pode acontecer hoje, amanhã ou daqui a 20 anos. Quanto tempo demorará não importa.

Sou responsável por essa “demora”, mas ao mesmo tempo posso, durante esse tempo, usufruir do caminho, do treino e do crescimento que me levará a essa tomada de consciência.

O importante não é só o destino, é também a caminhada que me leva até lá.

Obrigado por este dia maravilhoso!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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