Obrigado agosto – Inventário Mensal

agosto2017

Aqui estou eu mais uma vez, para o inventário mensal, que, este mês está a ser feito a tempo e a horas.

Agosto foi um mês quente e repleto de emoções. Ao contrário do que acontecia antes, para mim, hoje, não existem meses de férias. Isso não significa que eu não paro de trabalhar, mas sim que faço o que gosto, da forma que gosto, onde eu quiser, portanto o meu ano é todo férias.

Uma das reflexões que me acompanhou ao longo deste mês é que eu estar à espera que me parabenizem por estar bem é a mesma coisa que estar à espera que me parabenizem por respirar. Parece que me esqueço daquilo que “passo” quando escolho que estar bem não é uma prioridade. Parece que estar bem é uma forma de agradar aos outros e não uma forma de fazer aquilo que estou cá a fazer: viver a vida em plenitude.

Esta reflexão ainda está um pouco “confusa” na minha mente, e se surgir uma forma melhor de expor o raciocínio irei escrever um artigo mais detalhado.

Rir-me dos meus momentos “menos bons” foi uma forma excelente de lidar com aquela parte de mim que ainda quer as coisas à sua maneira; que pensa que sabe tudo e que tem a mania de se culpar.

Não importa quantas vezes caímos; importa as vezes que nos levantamos. Não posso dizer que nunca mais vou julgar, ou que esta é a última vez que resisto à vida. Também ainda não consigo garantir que não me enrolarei mais em pensamentos negativos. Mas posso, no momento do agora, escolher estar bem. E ainda que tenha escolhido estar mal, a qualquer momento posso escolher levantar-me, rir-me um pouco, sacudir-me e continuar a maravilhosa jornada que é a vida.

Obrigado agosto e bem-vindo setembro!

Ângela Barnabé

Podes ler os artigos do mês de agosto clicando aqui!

Obrigado julho – Inventário Mensal

julho2017

Aqui estou eu a poucos dias do fim do mês de agosto, a fazer o inventário do mês de julho.

Hoje não vou falar daquilo que aprendi em julho, pois sinceramente as aprendizagens do mês de agosto estão mais presentes.

É engraçado o quão facilmente eu perco bons hábitos e quão facilmente ganho maus hábitos.

Escrever estes inventários, bem, escrever no geral, ajuda-me a cimentar os conceitos, ou seja, a definir aquilo que eu vou aprendendo e construir a base para novas aprendizagens.

Mas, depressa esqueço esses benefícios e acomodo-me à zona de conforto. E depois sinto-me mal por não ter continuado a fazer tarefas que me fazem bem.

Hoje decidi fazer diferente. Em vez de continuar com o mau hábito de me culpar por perder bons hábitos, estou aqui a escrever sobre isso mesmo, fazendo um inventário mensal, numa altura pouco convencional.

Criei um bom hábito, não sei por quanto tempo.

Até ao próximo inventário (daqui a uns dias).

Obrigado julho e bem-vindo agosto….

 

Aproveito para deixar-vos o link do Workshop Gratuito “Ser para Ter uma Mente Criativa!”. Clica aqui para saberes mais.

Podes ler os artigos do mês de julho clicando aqui!

Obrigado junho – Inventário Mensal

junho

Junho assinala o meio do ano. É o mês onde começa o verão. Cheira a férias, a sol, a praia…

Nos últimos anos, junho sempre foi sinónimo de pôr ação. É normalmente o mês onde levo um empurrãozinho para andar para a frente. Este ano não foi exceção, e por incrível que pareça, apesar de todos os acontecimentos terem mexido na minha zona de conforto, foi uma das alturas em que me senti mais segura e confiante.

Esperar sentir-me preparada para fazer alguma coisa é uma das maiores formas de boicotar o sucesso na minha vida. Tenho que me lançar no abismo para me crescerem as asas. A vida não acontece dentro da minha zona de conforto… Acontece “lá fora” onde todas as oportunidades de crescer, evoluir e ser uma pessoa melhor se encontram.

Tudo o que experiencio é 100% responsabilidade minha. Enquanto apontar o dedo aos outros, à situação económica, à educação que recebi, vou continuar na posição de vítima e vai ser sempre mais do mesmo.

Este mês, resolvi criar um workshop, para eu poder treinar falar em público e “ensinar” como desenvolver uma mente criativa. A maior lição que aprendi foi que a única coisa que posso fazer para ensinar os outros, ou melhor, para mostrar aos outros como se faz é eu mesma fazer aquilo que digo.

Não é que eu não faça, mas se as coisas funcionam por atração e não por promoção, se eu me limitar a fazer tudo o que faço com amor, boa-vontade e criatividade, as pessoas preparadas para “aprender” virão ao meu encontro, e aí tudo vai fluir com suavidade.

Obrigado junho. Bem-vindo julho.

Ângela Barnabé

Podes ler os artigos do mês de junho clicando aqui!

Obrigado Maio – Inventário mensal

maio

Se o mês de abril foi um mês de muitas mudanças, o mês de maio conseguiu alcançar um nível mais alto de transformação.

Participei no workshop “O Poder de querer mudar” e também no workshop “Transformar uma crise num bênção” que ocorreram na sede da Fundação António Shiva, com António Fernandes. Não podia imaginar que num espaço de duas semanas tanta coisa iria mudar.

Pensou que o mais importante de tudo foi tomar consciência que eu sou responsável por aquilo que sinto; eu não fico mal porque as coisas acontecem; determinadas coisas acontecem porque eu estou mal (vou escrever brevemente sobre isso, está atento/a).

Vou tentar resumir em tópicos algumas das tomadas de consciência que ocorreram na minha vida ao longo do último mês:

– O dinheiro é uma energia divina que me permite desenvolver todos os meus talentos e concretizar todos os meus objectivos (podes ler mais sobre isto aqui);

– Eu tenho a vida que realmente quero, se quiser diferente basta mudar;

– Conhecimento só atrapalha a mudança;

– A minha vida é o reflexo daquilo que sou;

– A responsabilidade dá-me liberdade (podes ler mais sobre isto aqui);

– As minhas limitações são as minhas bênçãos (podes ler mais sobre isto aqui).

Espero que o mês de junho seja ainda melhor; ou melhor, vou fazer o possível, estando bem,  para que o mês de junho seja o melhor mês da minha vida.

Obrigado maio e bem-vindo junho.

Ângela Barnabé

Podes ler os artigos que escrevi no mês de maio clicando aqui!

Obrigado Abril – Inventário Mensal

O mês de abril é o quarto mês do ano. É um mês que sempre foi sinónimo de mudanças profundas na minha vida. Este ano não foi exceção, apesar de serem mudanças suaves, comparadas com as outras já vividas (talvez porque não resisti…)

Foi um mês de libertação de expectativas. Desde que escrevi o primeiro artigo das “Aventuras de uma Míope” recebi muito feedback por parte dos leitores. E em vez de continuar a escrever aquilo que gostava, comecei a escrever para continuar a receber elogios. E deixei de conseguir escrever. Parece que bloqueava. Ao longo deste mês, tomei consciência que a parte de mim que procura a valorização por parte dos outros ainda se encontra bem presente, talvez mais do que eu pensava.

Participei na 6ª semana temática, realizada na Fundação António Shiva e tomei ainda mais consciência do papel que nós desempenhamos na nossa recuperação. Quando queremos realmente mudar tudo flui e as coisas compõem-se; mas quando achamos que queremos e na realidade não queremos tudo é desculpa para desistirmos ou para justificarmos o facto de não termos conseguido.

Por vezes ainda continuo a ver a vida como algo separado de mim e principalmente como algo que não me ajuda a concretizar os meus sonhos; e de facto é isso que acaba por acontecer pois eu crio a minha realidade. Mas naqueles momentos em que baixo os braços , confio na vida e me lanço no vazio, entro no paraíso e tudo se compõe.

Uma frase que me veio à mente muitas vezes foi “Onde nada muda, nada muda!”

Se eu quero que as coisas mudem porque é que eu não mudo?

Obrigado abril e bem-vindo maio.

Ângela Barnabé

 

Podes ler os artigos que escrevi no mês de abril clicando aqui!

Inventário da 6ª semana temática

semana temática

Na semana de 22 a 28 de Abril realizou-se a 6ª semana temática, na sede da Fundação António Shiva.

Apesar de não ter participado de todas as palestras disponíveis durante a semana temática, pois estava a fazer parte da sua organização e de toda a manutenção a ela associada, posso ver todas as mudanças que esta semana me trouxe.

Desde sempre fui ensinada a viver com máscaras. Devia sempre mostrar uma imagem que fizesse os outros gostarem de mim, devia esconder aquilo que sentia e nunca, mas nunca mostrar aquilo que eu era. No fundo, ainda hoje não sei quem sou, mas esta semana tentei ao máximo ser honesta para comigo mesma (apesar de em muitos momentos ter sido desconfortável). Chorei, ri, partilhei os meus medos, as minhas inseguranças, partes de mim que ainda não aprendi a amar. E senti-me tão bem.

Apercebi-me também que apenas posso mudar se realmente decidir que o quero fazer e se colocar ação, senão irei continuar a enganar-me a mim mesma.

Vivemos uma semana de grande abundância, com palestras maravilhosas e com óptima comida (rsrsrsrsrs).

A Ângela que começou a semana, não foi a Ângela que acabou a semana.

As palavras de ordem foram: Amor, Responsabilidade, Honestidade e Humildade.

Agradeço ao António pelas maravilhosas e assertivas palestras, à Isabel e a todas as pessoas maravilhosas que participaram: a Elisabete, a Rosa, a Susana, o Gonçalo, o Joaquim e a Paula.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Holler Box

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