Querido junho… – Inventário Mensal 2018

junho

Querido junho,

Parece que duraste tão pouco tempo…. Enquanto escrevo estas palavras, nem acredito que já estamos em julho. Apesar de teres passado tão rápido, trouxeste-me muitas aprendizagens e muitas experiências.

Foste um mês de correria, de movimento e mudança. Em alguns momentos resisti, mas aprendi que ocupar-me de coisas até me levar à exaustão só cria espaço para coisas que eu não quero na minha vida.

Refleti muito sobre o bem-estar e sobre a importância de estar bem para que tudo corra da melhor forma possível.

Sussurrei muitas vezes para mim mesma “confia”, porque é no confiar que está o segredo (ou um dos segredos para uma vida feliz).

No fundo, tudo corre sempre bem e tudo se encaixa na perfeição. Seja as pessoas, as situações ou eu mesma; se eu confiar e largar, para além de usufruir de todo o processo que me leva até aos resultados, sou sempre surpreendida no final.

Obrigado junho e bem vindo julho!

Ângela Barnabé

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Querido maio… – Inventário Mensal 2018

maio

De todas as lições que me trouxeste a mais importante de todas foi a de que se o meu foco for estar bem comigo mesma, tudo conspirará a meu favor para que isso aconteça.

Apesar de sentir que ao longo deste mês resisti algumas vezes, é sempre bom saber que qualquer mal-estar tem solução e mais do que isso, ter a certeza que a única forma de viver uma vida plena é estar atenta a mim mesma.

A vida de cada um é resultado da sua consciência e quanto mais estou atenta àquilo que vou sentindo e pensando ao longo do dia, mais facilmente vejo em que ponto me encontro realmente.

Viver é crescer sempre, todos os segundos. Não há que ter medo da vida nem resistir a ela, porque se o fizer todo o tempo em que estiver por cá será apenas uma ilusão.

Cada dia foi uma aprendizagem e cada pessoa que encontrei foi um mestre para me mostrar o que resulta e até mesmo o que não resulta.

Obrigado Maio!

Ângela Barnabé

 

P.S.: Eu sei que já estamos no final de junho, mas a “correria” de maio tem-se prolongado até hoje e vai continuar. A vida é assim mesmo, um rodopio de momentos que merecem a pena ser vividos. Obrigado mais uma vez!

 

Querido Abril – Inventário Mensal 2018

abril

Querido Abril,

É com bastante admiração que escrevo este inventário, pois num instante encerro o quarto mês do ano. Isso faz-me refletir na necessidade cada vez mais presente de viver o momento, pois a vida passa a correr e o tempo desperdiçado não volta mais.

Ao longo deste mês, refleti sobre o significado que eu atribuo à vida e sobre as coisas que eu procuro experienciar agora e no futuro.

Aquilo que importa no fundo é estar bem e se procuro usufruir da vida, isso deverá ser a minha prioridade, sempre.

Aprendi muito com as pessoas com quem passei este mês e cada vez tenho mais consciência que nada nos separa uns dos outros.

Estamos todos cá para deixar o planeta melhor do que o encontrámos e aos poucos vamos aprendendo a viver uma vida realmente satisfatória.

Cada um tem o seu percurso e é o meu percurso que me faz ser a pessoa que sou hoje. Posso achar que as coisas poderiam e deveriam ter sido de forma diferente, mas isso é estúpido.

Com aquilo que vivi, aprendi. Algumas vezes como fazer e outras aprendi aquilo que não resulta. Mas isso faz parte de mim.

Hoje, com base na minha experiência, posso escolher opções mais conscientes e à medida que vou treinando a confiança na vida e em mim, vou descobrindo formas cada vez mais fáceis e fluídas de lidar com as situações.

A vida é bela e se me abrir a ela tudo fica mais fácil.

Obrigado Abril e bem-vindo Maio!

Ângela Barnabé

 

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Foto original por Sébastien Marchand on Unsplash

Querido fevereiro… – Inventário Mensal 2018

fevereiro

Querido fevereiro,

Há cinco anos atrás foste sinónimo de um início de caminhada, que até hoje perdura.

Este ano foste um mês de gratidão e de valorização, porque cheguei à conclusão que, mais importante que alcançar o objetivo, é usufruir de tudo o que me leva até lá.

Valorizar aquilo que tenho, aquilo que sou e tudo aquilo com que vou sendo abençoada deve ser algo a ter em mente sempre, pelo menos enquanto quiser ter uma vida plenamente satisfatória.

Esta foi uma das aprendizagens que me trouxeste.

No fundo, a única coisa que impede que o que preciso venha até mim, que é o melhor que posso ter, sou eu mesma, com a minha ainda existente vontade de controlar e de querer as coisas à minha maneira.

Enfim, um aspeto que tem vindo a ser trabalhado diariamente, talvez desde o início desta mudança na minha vida.

Tenho plena consciência que quanto mais me abro à vida, mais permito que tudo flua.

Aos poucos começo a ver a perfeição do fluxo da vida e quanto eu tenho a responsabilidade de estar bem, para cada vez mais contribuir para um mundo cada vez melhor.

Obrigado por todas as tuas bênçãos.

Até à próxima fevereiro!

Bem-vindo março!

Ângela Barnabé

 

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Foto original por Quinsey Sablan on Unsplash

Querido janeiro… – Inventário mensal 2018

querido janeiro

Querido janeiro,

És o primeiro mês do ano e muitas vezes foste significado de desilusão. É fácil colocar expectativas naquilo que me possas trazer, mas nem sempre estas expectativas foram acompanhadas de ações.

Este ano, foste sinónimo de muita mudança. Verdadeira mudança, não aquela que muitas vezes prometi quando soaram as 12 badaladas. Lembro-me de comer as passas e desejar uma série de coisas. Nem eu sabia o que queria, mas ali estava eu a “usar” os meus desejos com coisas que não me iriam trazer o bem-estar que sempre procurava.

Este ano foi diferente porque eu mudei. Não é necessário o primeiro dia do ano, do mês ou da semana para realizar mudanças.

A postura que coloquei nestes 31 dias foi aquela que tenho vindo a treinar e a aperfeiçoar e deste-me bastantes oportunidades para isso.

Celebrei os meus 22 anos de vida e nunca me senti tão bem pela pessoa que sou hoje.

Foste um mês repleto de coisas novas e de outras tantas não tão novas, mas que vistas de uma maneira diferente se transformaram diante dos meus olhos.

Muitas vezes te apelidei do meu mês, esperando que por isso alguma coisa mágica acontecesse.

Aconteceu de facto quando eu mudei e quando decidi que em vez de fazer as mesmas coisas esperando um resultado diferente, iria expandir a minha visão e de uma vez por todas permitir que a vida fluísse.

As aprendizagens foram muitas e nem sempre agi da forma como “queria”. Mas mesmo esses momentos foram importantes, pois mostraram-me que a escolha é minha.

Podia ter usado todos os teus segundos para me sentir cada vez melhor ou cada vez pior e sei que tudo aquilo que colhi foi aquilo que escolhi semear.

Obrigado por todas as tuas bênçãos.

Até à próxima janeiro!

Bem-vindo fevereiro!

Ângela Barnabé

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Foto original por Alessio Lin on Unsplash

Obrigado 2017 – Inventário Anual

E aqui estou eu no final de mais um ano, mas propriamente no início do ano de 2018.

2017 foi o melhor ano da minha vida. Por incrível que pareça, uma das coisas que fez este ano melhor foi o facto de as coisas não acontecerem como esperado.

Comecei o ano com muitos medos, muitas inseguranças e terminei-o mais confiante, mais segura.

Decidi partilhar uma grande parte de mim em todas as reflexões diárias e trazer essa mesma energia para o meu dia-a-dia. “Descasquei” muitas camadas e permiti aceitar-me como sou, com todos os traços que amo e todos aqueles que ainda não aprendi a amar.

Surpreendi-me a mim mesma, pois vi-me a fazer coisas que sonhava, mas que nunca tive coragem de fazer.

Aprendi que a vida é mágica (ou pelo menos fiquei mais desperta para o facto de), no sentido em que tudo, mas mesmo tudo, acontece no momento certo, da forma mais perfeita possível.

Não usufruiu de todos os momentos. Ainda consigo apontar situações em que resisti, em que me culpei e em que neguei o fluxo das coisas. Mas aprendi que a única coisa que dita a forma como eu me sinto é a minha escolha.

Responsabilizei-me por muitos aspetos, principalmente episódios que aconteceram no passado, nos quais eu culpava e apontava o dedo aos que me rodeavam, em vez de ver que era eu que criava todas aquelas situações.

Tornei-me aos poucos naquela adulta que sempre quis ser. Lembro-me de aos meus seis anos pensar na pessoa segura que ia ser quando crescesse e com o passar dos anos aquilo em que me estava a tornar não tinha nada parecido com essa imagem que criei.

Hoje, se aquela menina de seis anos estivesse aqui comigo, muito provavelmente iria olhar para mim com admiração e respeito.

Essa admiração não seria devido ao facto de eu estar a corresponder a um padrão, ou de ser aquela menina bonita (uma imagem que eu sempre persegui), mas sim pelo facto de acima de tudo eu me sentir cada vez mais feliz e realizada com aquilo que sou.

Obrigado 2017 por me teres trazido todas estas bênçãos e por teres sido o ano fantástico de foste.

Bem vindo 2018, o melhor ano da minha vida!

Ângela Barnabé 

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