Desde pequenos somos incentivados a competir.

Seja em pequenos concursos na escola primária, em testes e mais tarde por um lugar numa universidade.

Mas para quê?

Para andarmos numa roda-viva, sempre à procura de sermos melhores que os outros, nunca dando valor a nós mesmos e sem explorarmos uma das nossas grandes ferramentas: a criatividade.

A criatividade é algo inato a nós. Não é algo que se adquire ao longo dos anos, mas sim algo que pode ser aperfeiçoado à medida que vamos praticando as nossas ideias.

Ser criativo não é querer ser melhor que o outro; é melhorar as ideias do outro.

Ser criativo não é comparar as minhas ideias com as do outro; é aceitar a individualidade e unicidade de cada uma das delas.

Ser criativo não é ir na carneirada e fazer parte da normose; é desenvolver as minhas próprias ideias e ser quem verdadeiramente sou.

E tu estás a usar a tua mente criativa ou a tua mente competitiva?

Ângela Barnabé

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