Ontem escrevi sobre a importância de lidar com as situações, pois é isso que distingue a nossa evolução. Hoje, após diversas situações novas com as quais tive que lidar, refleti sobre o dar o primeiro passo.

Para tudo é necessário que o primeiro passo seja dado.

Muitas vezes, esse passo é o mais difícil. É aquele que me tira da zona de conforto, que me faz sair da zona conhecida. É fácil andar dentro dos limites daquilo que conheço, mas quando se trata de sair da bolha, o caso torna-se mais complicado.

Vem o desconforto, o medo, a vontade de desistir.

Mas, se agir apesar disso tudo, aquilo que parecia um “bicho de sete cabeças” transforma-se num cachorrinho. Depois de dar o primeiro passo, já não há motivo para não dar o segundo, nem o terceiro, porque todos eles serão no mesmo nível de desconhecido do primeiro.

Não há forma de voltar atrás, pois dar o primeiro passo é como ver um raio luz depois  de passar muito tempo na escuridão. Podemos voltar para o escuro, mas não podemos apagar a memória da luz.

Quando vou à praia e a água está fria, é sempre um grande desconforto mergulhar na água. Mas se me atirar de cabeça, sem pensar duas vezes, a água que incomodava antes, é agora fonte de satisfação.

Penso que posso utilizar essa técnica no meu dia-a-dia, pois quando não penso e me atiro de cabeça para os objetivos que realmente quero, as coisas fluem. Quando tento ir aos poucos esperando que me sinta preparada, acabo por desistir, pois a água não aquece.

Hoje tive que me desenrascar em algumas situações, tive que tomar algumas decisões importantes. Se antes de passar por essas situações ou de tomar essas decisões eu pensasse se seria capaz ou não, ainda estaria aqui sem nada ter acontecido.

Dou o primeiro passo. E depois? Depois dou o segundo, o terceiro e por aí adiante até dar o último passo e alcançar o propósito final.

Obrigado por este dia repleto de “primeiros passos”!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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