Como escrevi numa reflexão anterior, tenho estado a explorar as minhas habilidades na cozinha e isso tem-me feito refletir sobre diversas coisas.

Hoje, meditei sobre a energia com que realizo as tarefas.

Eu achava que não importava a energia com que fazia as coisas no meu dia-a-dia. Era preciso fazê-las e pronto, mesmo que isso implicasse má vontade.

Mas aos poucos fui vendo como isso era destrutivo e como os resultados eram sempre bastante desagradáveis. Todo o processo era demorado, as coisas não fluíam e acabava sempre a tarefa a sentir-me mal.

Podia fazer tudo certinho, mas a energia com que fazia tudo isso era sempre baseada na má vontade, na obrigação ou na culpa por deixar coisas por fazer.

Vejo agora que mais importante do que o que eu faço é energia com que eu faço, que deriva da intenção por detrás de determinada ação.

A minha energia é como o tempero com que cozinho os ingredientes que a vida me traz.

Se a vida me apresenta uma tarefa (ingrediente) e a minha energia em relação a essa tarefa não combina ( a especiaria não é compatível), o resultado final poderá não ser muito agradável de consumir.

A melhor forma de garantir que a minha energia está em harmonia com a energia do dia é estar bem comigo mesma.

Não me canso de frisar a importância de estar bem. É a partir desse estado que posso garantir que as coisas fluam e que eu crio exatamente aquilo que quero receber e não aquilo que eu mais temo.

Se confiar no fluxo e processo da vida certamente irei ser guiada para as melhores experiências possíveis e a minha energia será sempre a indicada para todo o tipo de ações.

Estar em gratidão, em aceitação e confiar são pontos a ter em mente ao longo de todos os dias para que o resultado seja sempre o melhor possível.

Obrigado por este dia repleto de alegria.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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