Tenho colocado uma postura de aceitação perante o que acontece. Não o consigo fazer sempre, mas quanto mais faço, mais fácil é permitir que as coisas fluam.

Aquilo em que me foco é aquilo que concretizo na minha vida. Isto tem sido algo em que tenho refletido ao longo destes últimos dias.

O foco de que eu falo não é aquele que se baseia na ideia que as coisas acontecem exatamente como eu quero. Esse tipo de foco é controlo, e acreditem já o usei o suficiente para saber que não resulta.

Foco-me naquilo que quero sentir perante as situações, ou melhor, foco-me na pessoa que quero ser neste momento, perante aquilo que estou a viver.

Essa forma de agir tem-me ajudado muito a não evitar situações pelas quais não quero passar.

As situações mais desconfortáveis para mim são aquelas que me trazem mais crescimento.

Fugir a experienciar alguma coisa que eu sei que é necessária para me libertar de um medo, para desbloquear alguma limitação ou para aprender a lidar com alguma emoção é uma das principais fontes de sofrimento e de ansiedade na minha vida.

Posso usar algumas ferramentas para aliviar o desconforto associado a uma situação, mas a única forma de a resolver é fazer o que é preciso.

Uma das formas de garantir que posso fazer aquilo que é preciso da melhor forma possível é aceitando cada situação e cada passo do meu caminho.

Aceitar a minha maneira de ser, aquilo que sinto e penso também permite que tudo flua.

Confiar que tudo corre sempre da melhor maneira permite que as coisas se apresentem de uma forma que me permita lidar com elas.

No fundo, é apenas confiar e aceitar e permitir que tudo se desenrole da melhor maneira.

A vida é a minha melhor amiga!

 

P.S. Nos dias 24, 25 e 26 de novembro irei participar na 1ª Convenção Internacional de Saúde Integral. Pretendo escrever as reflexões mesmo estando neste maravilhoso evento, mas se não se proporcionar, na segunda contarei novidades.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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