Aqui estou eu para a primeira reflexão do ano. Comecei este novo ciclo de 365 dias com muitos projetos para breve e isso tem-me feito ver que muitas coisas irão sofrer alterações.

Onde nada muda, nada muda e por isso, para que haja espaço para novas coisas, preciso permitir que exista mudança. Isso aplica-se a todas as áreas da minha vida.

Não posso querer que as coisas permaneçam sempre iguais, nem que a vida flua sempre da mesma forma.

Por um lado quero mudança, aventura e que novas coisas surjam na minha vida, mas por outro lado não quero abrir mão daquilo que conheço, da minha rotina e das coisas que costumo fazer sem dificuldade.

Encontro uma maneira específica de fazer as coisas e quero usá-la para sempre. Não penso na possibilidade de as coisas mudarem, de eu mudar e de as coisas deixarem de funcionar. É preciso que venha uma “crise” para que eu mude alguns aspetos da minha conduta.

Quando eu permito que as coisas mudem e que a vida aconteça, aí o milagre acontece. Abro mão do controlo, a ansiedade desaparece e as soluções surgem.

Mais oportunidades aparecem, melhores formas de desenvolver ideias surgem e tudo flui de uma forma melhor.

Penso que uma das intenções para este ano é, para além de me focar no que quero, pôr ação e largar. Largar é não querer as coisas à minha maneira. É permitir que o Universo faça a sua parte e que eu possa usufruir da melhor forma de todas as bênçãos que a vida me traz.

Se eu soubesse qual a melhor forma de as coisas acontecerem de certeza que isso faria parte das minhas “tarefas”. Quando tento controlar, manipular ou fazer com que as coisas sejam encaminhadas de uma determinada maneira, a única coisa que ganho é ansiedade.

Obrigado por este dia cheio de surpresas.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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