Desde pequena oiço contar histórias de pessoas que, após um não, mudavam o rumo da sua história e encontravam um objetivo ou um caminho bem melhor do que poderiam imaginar.

Não acreditava nessas histórias, achava que eles não tinham encontrado outra alternativa e se tinham conformado com a outra oportunidade. Até isso me acontecer a mim mesma.

Em julho, recebi um não. Neste caso, o sim iria resolver uma situação importante relacionada com o meu trabalho, mas a longo prazo não iria significar uma grande mudança.

Então, tive que procurar outra solução. Isso levo-me a outro caminho e hoje aqui estou eu num rumo diferente e bastante melhor do que eu poderia imaginar.

Claro que esta mudança só foi possível porque eu o permiti. Se eu tivesse ficado chateada com o facto de as coisas não correrem como eu queria que corressem, as novas oportunidades ficariam encobertas pela neblina da resistência e da negação e neste momento nem sequer estaria aqui a escrever esta reflexão diária.

Porque um não, pode trazer muitos “sins”. E também pode trazer muitos “nãos”.

Não é o que acontece que interessa. A forma como eu ajo em relação às situações que acontecem ao longo da minha vida é que dita o resultado de cada situação.

As piores coisas que podiam acontecer transformaram-se, na maior parte das vezes, nas maiores bênçãos; as coisas que eu considerava melhores tornaram-se pesadelos.

Pior e melhor é um conceito, não é verdade? Posso ver algo através de um determinado filtro e independentemente da verdadeira essência da situação, escolho rotular isso através do meu filtro.

Então ajo em conformidade com o padrão para aquele rótulo e eu mesma crio todo o filme, todos os passos que me levam ao resultado final.

Se quero realmente algo, independentemente dos “sins” e dos “nãos”, deixo-me guiar confiante que o que for, será!

Obrigado por este dia repleto de “sins” e “nãos”.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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