agosto2017

Aqui estou eu mais uma vez, para o inventário mensal, que, este mês está a ser feito a tempo e a horas.

Agosto foi um mês quente e repleto de emoções. Ao contrário do que acontecia antes, para mim, hoje, não existem meses de férias. Isso não significa que eu não paro de trabalhar, mas sim que faço o que gosto, da forma que gosto, onde eu quiser, portanto o meu ano é todo férias.

Uma das reflexões que me acompanhou ao longo deste mês é que eu estar à espera que me parabenizem por estar bem é a mesma coisa que estar à espera que me parabenizem por respirar. Parece que me esqueço daquilo que “passo” quando escolho que estar bem não é uma prioridade. Parece que estar bem é uma forma de agradar aos outros e não uma forma de fazer aquilo que estou cá a fazer: viver a vida em plenitude.

Esta reflexão ainda está um pouco “confusa” na minha mente, e se surgir uma forma melhor de expor o raciocínio irei escrever um artigo mais detalhado.

Rir-me dos meus momentos “menos bons” foi uma forma excelente de lidar com aquela parte de mim que ainda quer as coisas à sua maneira; que pensa que sabe tudo e que tem a mania de se culpar.

Não importa quantas vezes caímos; importa as vezes que nos levantamos. Não posso dizer que nunca mais vou julgar, ou que esta é a última vez que resisto à vida. Também ainda não consigo garantir que não me enrolarei mais em pensamentos negativos. Mas posso, no momento do agora, escolher estar bem. E ainda que tenha escolhido estar mal, a qualquer momento posso escolher levantar-me, rir-me um pouco, sacudir-me e continuar a maravilhosa jornada que é a vida.

Obrigado agosto e bem-vindo setembro!

Ângela Barnabé

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