Ontem, após ter escrito a reflexão diária, refleti sobre o meu estado de espírito naquele momento.

Tenho reparado que enquanto escrevo sobre aquilo que me vai na “alma”, sinto-me muito bem comigo mesma, mesmo que o assunto me incomode um pouco.

Como tenho passado muito tempo a escrever e a pôr em prática aquilo que vou escrevendo, o estado de espírito que tenho é, na maior parte do tempo, de aceitação e de amor e gratidão.

Ou seja, quanto mais tempo passo bem, mais tempo me sinto bem. Isto parece um pouco óbvio e redundante, mas nunca fez tanto sentido para mim.

No passado, sentia-me mal e esse mal estar perpetuava-se. Estava sempre a colher mal-estar porque estava sempre semear mal-estar.

Hoje a intenção de estar sempre bem, para além de garantir que estou a semear bem, permite que todo o meu percurso seja feito da melhor forma possível, uma vez que as decisões partem do “bem” em vez do “mal”.

Por outras palavras, em vez de decidir fazer algo porque me sinto mal, com medo ou culpada, decido fazer as coisas com base naquilo que está em harmonia comigo.

O facto de uma situação não me agradar não significa que essa situação não está em harmonia comigo. Significa sim que eu não estou em harmonia com a vida, porque a partir dessa posição nada que virá ter comigo será “prejudicial”.

Estar em harmonia é sentir-me bem com o que penso, faço e digo e isso é algo que nada nem ninguém poderá influenciar.

É uma postura que eu tenho que tomar, decidindo que quero estar bem e abrindo mão de tudo o que resulta no meu mal-estar.

É criar um presente agradável para colher um futuro ainda melhor, reciclando o passado, para que este se torne numa bênção e não numa limitação.

Obrigado por este dia repleto de bem-estar!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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