Quando decidi que queria ser uma ativista  da nova era não tinha consciência de quantas mudanças teria que fazer. A principal foi a de me responsabilizar por mim e pela minha vida e ter consciência da importância das minhas decisões.

Decidi que queria mudar e com as sugestões que me foram dando, comecei aos poucos a ver a vida com outros olhos.

Mas caí no engano de achar que o facto de escolher mudar me dava o poder de ser arrogante e de pensar que os outros também tinham que mudar, que aquilo que eu vivia é que era bom.

EU estava a mudar, eu via as coisas de forma diferente (achava eu), portanto eu podia opinar e afirmar que os outros estavam errados.

Comecei a julgar aqueles que não faziam o que eu fazia, pensando, claro, que estava a fazer algo inteligente.

Mas esta semana “caiu-me a ficha”. Quem sou eu para me achar melhor que os outros?

Que direito tenho eu de pensar que sei o que é melhor para os outros?

O livre-arbítrio existe e dá-me a liberdade de escolher o que quero para a MINHA VIDA e não o que os outros devem querer para a vida deles.

O tempo que passei focada no que os outros deviam fazer para serem felizes foi tempo que desperdicei sem ser feliz com as minhas próprias decisões.

Agora que tomei consciência da minha arrogância e de quanto estava dominada pelo ego, sei que tenho que estar atenta e principalmente segura de que a vida que eu vivo é a vida que quero viver. E se não estou satisfeita posso sempre mudar.

Ser uma pessoa melhor para ter um mundo melhor é uma tarefa diária e nunca tem fim, pois há sempre espaço para sermos cada vez melhores.

Ângela Barnabé

Retirado de: http://ativistadanovaera.ning.com/profiles/blogs/eu-nao-sou-dona-da-verdade

 

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