Uma pergunta um pouco idiota, não é? É claro que sabemos viver, senão não estaríamos aqui a ler este texto, certo?

Os nossos objectivos de vida estão bem claros e aquilo que nos é passado pelo sistema é aquilo que devemos fazer para nos sentirmos felizes, certo?

Comer, dormir, trabalhar, férias de vez em quando, ter filhos, casar… é esse o nosso propósito aqui na Terra.

Sempre que algum “percalço” nos surge o melhor a fazer é amaldiçoar tudo, tentando arranjar um culpado para a situação, pensando no quanto a vida é madrasta, e coitadinhos de nós pois tudo de mal nos acontece.

As formas de divertimento melhores são que nos possam fazer alhearmos da vida real durante algum tempo.

Ataques de pânico e viver na ansiedade é normal, ou pelo menos, é algo minimamente aceitável, pois a morte está sempre ali à porta e a qualquer momento alguma coisa de mal pode acontecer.

Parecemos seres incompletos na busca frenética que alguma coisa nos preencha…

E assim nos vamos arrastando dia após dia, iludidos na ideia que estamos a aproveitar a vida ao máximo, que aquela sensação de não realização só vai desaparecer quando riscarmos o último item da lista “a fazer”.

E se eu te dissesse que esse sentimento de não realização não precisa de estar aí. Que a vida é mais do que comer, dormir, trabalhar…

Que os percalços são nada mais, nada menos que uma forma de te abanar e uma forma de te fazer crescer.

Os momentos de diversão devem ser todos, pois cada segundo pode ser um segundo de alegria, sem teres que recorrer a nada exterior a ti!

Ataques de pânico e qualquer outro tipo de doença são anormalidades. O normal é ser saudável.

A todos os momentos TU podes escolher:
  • Sobreviver e fazer como a sociedade te diz;
  • Viver e aproveitar cada segundo, sentindo-te realizado, completo e acima de tudo bem contigo mesmo e com o mundo.

 E tu o que é que escolhes?

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