A minha vida é resultado daquilo que acredito e como eu posso escolher em que acredito, posso sempre mudar a minha vida.

Mas será que aquilo que eu acredito verdadeiramente é aquilo que eu quero materializar na minha vida?

Quando desempenho alguma tarefa, faço-o com a postura que supostamente acredito ou com aquela que quero acreditar?

Não dá para ser segura em alguns dias da semana e em momentos específicos e depois fazer as coisas com insegurança o resto do tempo.

Posso ter que treinar várias vezes uma determinada postura, mas conscientemente tenho que usar essa postura enquanto vivo o meu dia-a-dia.

Se acredito que o mundo é um lugar perigoso, por muito que eu mascare essa crença com afirmações e palavras de amor, os meus atos vão ter por base essa crença.

Agora, se eu mudar essa crença e praticar todos os dias uma postura de que o mundo é um lugar seguro, a pouco e pouco essa será a base onde assentarei os meus atos do quotidiano.

E como saber se as minhas crenças estão “certas” ou “erradas”?

É simples.

Vivo uma vida plena, sinto-me bem comigo mesma e com o mundo que me rodeia?

Se a resposta for sim, posso continuar com a mesma conduta.

Se a resposta for não, posso ter a certeza que tudo aquilo que sei é lixo. Todos os meus pensamentos, crenças e ideias estão prontas para serem recicladas.

No outro dia limpei o meu armário da roupa. Tinha lá peças que fui guardando ano após ano e que nunca vesti. Este ano decidi dar-lhes um fim mais útil, dando a quem possa querer aquela roupa, porque no fundo apenas estava ali a ocupar espaço.

É o que tenho que fazer com as minhas crenças: se não servem, é mandá-as para a reciclagem.

De certeza que não me vão fazer falta. Até hoje ou nunca as usei ou usei-as para criar um visual não muito benéfico para mim mesma.

Obrigado por este dia repleto de reflexões.

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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