alegria da vida

Muitas vezes esqueço-me de sentir alegria pela vida. É algo bastante estúpido tendo em conta que cada momento é um motivo para estar alegre (pelo milagre da vida, por exemplo).

Em criança cada momento era uma alegria. Fosse brincar, fosse até mesmo ajudar nas tarefas de casa; havia brincadeira, havia entusiasmo, havia vontade de viver o novo.

Mas com o tempo fui perdendo essa alegria, que foi substituída por indiferença pela vida. Nada interessava e a vida não tinha qualquer chama.

Hoje ainda me vejo por vezes nesse estado. São raros esses momentos, mas ainda fazem parte da minha vida.

No meio de tanta coisa pela qual posso ( e devo) agradecer, no meio de tanta perfeição, no meio de tantos motivos para viver em alegria constante, ainda, por vezes, me sinto ansiosa e com medo.

Sei que é um treino diário a mudança de consciência e que é principalmente uma escolha minha viver uma vida alegre e realizada.

Se em algum momento da minha vida fui alegre, posso sê-lo sempre. A questão aqui é se quero continuar a alimentar o que me faz mal, em vez do que me faz bem. Se quero responsabilizar e culpar os outros por alguma coisa que possa ter acontecido ou se quero recuperar o meu poder  e caminhar para uma vida cada vez melhor.

Obrigado!

Ângela Barnabé

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