motivação

Para além de saber o que eu quero, eu tenho que ter consciência do que motiva as minhas decisões, porque é isso que vai ser a base da criação daquilo que eu almejo.

Aquilo que eu faço não tem grande importância comparado àquilo que me motiva a ter uma ação ou a tomar uma decisão.

Eu posso escolher um caminho “errado”; posso seguir sugestões que nada têm a ver com o caminho que eu quero seguir, mas se a intenção estiver lá e ela estiver em sintonia com o fluxo do universo, de certeza que irei chegar ao resultado final da melhor maneira possível.

Eu posso fazer tudo “certinho”, mas se aquilo que me motiva a agir e a decidir não for uma base de criação que beneficie todos os envolvidos, por muito que eu obtenha à partida aquilo que quero, as consequências não serão muito agradáveis.

A energia que eu coloco naquilo que faço é a sementeira daquilo que eu vou colher no futuro.

Posso obter sempre aquilo que quero, utilizando a manipulação e o controlo; posso ter segundas intenções, como a de tirar partido de alguma situação, e achar que estou a seguir um bom caminho, porque no final tenho aquilo que desejo.

Mas fica sempre um vazio. Ou o feitiço vira-se contra o feiticeiro e acabo por receber aquilo que irradiei.

É bem melhor agir com uma mente limpa. Ser motivada pela criação da realidade que desejo, confiando no processo e fluxo da vida e tendo sempre em mente que nem sempre aquilo que quero é aquilo que preciso.

Sim, porque muitas vezes queria obter determinado resultado para que ele me desse bem-estar. E não é novidade nenhuma que o bem-estar precisa de vir de dentro de mim, independente do que possa estar a acontecer.

A motivação de cada decisão determina quando, como e se realmente vou obter aquilo para o qual eu pus ação. Se estiver atenta a isso, posso ver qual é o meu estado e saber o que realmente eu ando à procura.

Grata por este dia repleto de aprendizagens,

Ângela Barnabé

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