responsabilidade nas mãos dos outros

Durante muito tempo eu justifiquei as minhas ações (ou a ausência delas) com aquilo que os outros pensam. Queria ser a menina bonita aos olhos de todos, independentemente da minha vontade.

Aliás, parecia mais fácil agir dessa maneira, porque assim se algo “corresse mal”, podia sempre responsabilizar os outros por aquilo que acontecia.

Mas andar ao “sabor” dos ventos e deixar a responsabilidade da minha vida nas mãos dos outros não é uma boa maneira de viver a vida.

Por muito que eu possa fingir uma atitude indiferente em relação à vida, a verdade é que no fundo isso tem consequências. Só uma postura de aceitação e de gratidão em relação à vida me pode levar a resultados saudáveis.

Há que pôr ação e para isso tenho que me responsabilizar pela minha vida. A responsabilidade do que eu possa sentir ou fazer não pode estar nas mãos dos outros, tem que estar na minha.

No momento em que eu me responsabilizo, as coisas mudam e em vez de me ver à deriva, infeliz, começo a ver a perfeição da vida e do seu fluxo e vou tomando decisões que apenas me levam ao bem-estar.

Posso escolher por a responsabilidade nas mãos dos outros (decidindo não viver) ou posso escolher ser responsável e ser verdadeiramente feliz.

Obrigado!

Ângela Barnabé

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