Onde me leva a confiança – 268 de 365

leva a confiança

Estes últimos 3 meses têm sido muito intensos. Mais intensos do que eu poderia imaginar.

Quando rotulo as minhas últimas vivências como intensas faço-o porque neste momento sinto que não há tempo para adiar nem para fugir. Tudo tem acontecido de uma maneira rápida e a colheita daquilo que venho semeando tem sido quase instantânea.

Se antes tinha que estar atenta aos meus pensamentos e sentimentos, neste momento tenho que reforçar esse comportamento.

Se antes tinha que confiar, agora é um dos momentos da verdade.

 A confiança leva-me àquilo que é o melhor para mim. Leva-me à aceitação. Leva-me a uma vida realizada e plena.

A dúvida, pelo contrário, leva-me à criação daquilo que eu não quero e a uma vida sem sentido, ao sabor dos ventos.

Nem sempre consigo sentir-me confiante, mas a vida “obriga-me” a trabalhar a confiança.

De que serve acordar todos os dias para infinitas possibilidades se escolho duvidar daquilo que me é apresentado e se tento manipular as coisas para acontecerem à minha maneira?

Antes pensava que a vida me apresentava testes para ver até que ponto eu estava bem. Hoje sei que a vida me dá oportunidades para crescer e que depende de mim onde a vida me leva.

Onde me leva a confiança? A confiança leva-me para um mundo cada vez melhor.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Mais uma oportunidade – 267 de 365

mais uma oportunidade

A vida é a minha melhor amiga. Em todos os aspetos daquilo que experiencio posso ver com clareza que aquilo que foi acontecendo foi o melhor para mim, apesar de eu na altura não ter visto isso.

Quando se está envolto na situação e apenas de vê as coisas pela aparência é fácil cair no julgamento. Vêm pensamentos que dizem que a vida é madrasta, que as coisas não correm bem durante muito tempo…

Estive muitas vezes aí, nesse lugar onde a dúvida entra e se começa a pôr em causa tudo. Mas será que a confiança alguma vez lá esteve? Será que o “eu sabia que algo ia correr mal” não foi o criou toda a situação em primeiro lugar?

Nessas alturas, depois de me deixar enrolar em tudo aquilo que apenas vai perpetuar o mal-estar, é preciso sair dali, responsabilizando-me por aquilo que está a acontecer.

E depois vem mais uma oportunidade para trabalhar aquilo que é preciso: a confiança na vida e em mim mesma; o largar e deixar ir; o entregar-me ao fluxo e processo da vida.

Não há tempo para adiar nem para cair no vitismo; isso apenas irá dificultar o meu trabalho.

Haverá sempre mais uma oportunidade de fazer melhor, de mudar e de crescer. Porque a vida é isso mesmo: crescimento.

Cada momento é mais uma oportunidade de ser feliz e de fazer do meu tempo algo que merece ser vivido. Resta saber o que é que eu escolho fazer com a minha vida.

Obrigado!

Ângela Barnabé

O que irá acontecer? – 266 de 365

o que irá acontecer

Muitas vezes me deparo com situações aparentemente caóticas. Coisas que não me parecem levar a lado nenhum e muitas vezes parecem mesmo atrapalhar.

A pergunta que surge é “Porquê?” e é logo seguida por “E agora?”. Nesses momentos em que a tentação é julgar e tentar perceber o motivo pelo qual as coisas aconteceram, ao mesmo tempo que se tenta manipular o que irá acontecer, é preciso parar.

O porquê não interessa. As coisas acontecem sempre por um motivo, claro, mas  a única coisa que eu preciso saber é que sou 100% responsável pela minha realidade. Não importa se aquilo que está a acontecer é resultado de uma crença, de uma ação ou de uma decisão; isso não vai resolver nada.

Com o tempo talvez possa vir a saber, mas se tentar perceber o motivo estarei a julgar e a racionalizar com base em conceitos que não abrangem toda a realidade e acabarei por apenas enganar-me a mim mesma.

E o que irá acontecer? Essa parte depende de mim. Não posso propriamente escolher o que vai acontecer e como se irão desenrolar os acontecimentos, mas posso decidir qual vai ser a minha postura.

Vou ficar revoltada e zangada e criar sofrimento? Vou tropeçar na situação e fingir que nada aconteceu? Ou vou responsabilizar-me e aceitar o que quer que seja que a situação me tenha a mostrar?

Não posso decidir o que vai acontecer, mas tenho o poder de escolha no que toca à forma como ajo em relação à situação.

Sei que tudo acontece por um motivo. Sei também que posso (e devo) confiar na vida. Sei que tudo o que acontece é o melhor para mim, desde que assim eu o decida.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Quando a mudança acontece – 265 de 365

mudança acontece

A mudança é uma constante da vida. A todos os momentos se iniciam novos ciclos e outros terminam, deixando aprendizagens e abrindo portas para novas oportunidades.

Eu pensava que a mudança era algo difícil e que era preciso muito tempo para ver os seus resultados na minha vida. Mas a verdade é que a mudança acontece num instante, desde que eu o permita.

Nunca na minha vida poderia imaginar estar onde estou hoje nem que as coisas se desenrolariam desta maneira. Coisas que eu via como impossíveis mudar transformaram-se diante dos meus olhos.

O que é que impede a mudança? As minhas crenças, os meus medos e a minha resistência. Mas mesmo aquilo que impede a mudança pode ser mudado e isso vai acontecendo dia após dia, à medida que vou deixando as máscaras caírem e que vou permitindo que a beleza da vida me inunde.

Ao contrário do que eu pensava, as mudanças da vida são oportunidades para viver algo sempre melhor. Eu fugia das mudanças com medo do que elas trariam, mas apenas estava a desperdiçar o meu tempo, nem sonhando com as bênçãos que poderiam entrar na minha vida se eu permitisse que as coisas mudassem.

Eu sou uma pessoa diferente, porque me permiti mudar. É fantástico ver e sentir o processo de metamorfose que acontece todos os dias e que me leva a ser uma pessoa melhor.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Querer agradar – 264 de 365

agradar

Um dos meus grandes problemas sempre foi fazer as coisas para agradar. A necessidade de querer que os outros gostassem de mim levou-me muitas vezes a fazer as coisas de modo a cair nas boas graças dos que me rodeavam.

Eu pensava que estava a fazer bem, porque assim era útil para as pessoas e recebia o amor delas. Pensava que por fazer bem aos outros eles iriam fazê-lo a mim e ficaria tudo bem para sempre.

Mas, como é óbvio, as coisas não correram bem assim.

Primeiro: se alguém gostava de mim por aquilo que eu fazia e não por aquilo que eu era, esse sentimento não era genuíno. Portanto, todo o amor que eu pensava ir buscar do fazer para agradar nunca podia existir.

Depois, eu apenas fazia as coisas com foco no que poderia receber e todas as minhas ações eram baseadas na baixa-autoestima e na falta de confiança na vida.

Quanto mais fazia para agradar pior me sentia, menos vontade tinha de fazer as coisas e mais alimentava uma ilusão.

Desde que tomei consciência disto tem sido um grande treino para distinguir quando faço as coisas porque eu gosto de as fazer e porque é aquilo que eu tenho vontade e quando as faço porque quero agradar ou ficar bem vista.

É bom fazer as coisas com amor e ver os outros bem. Mas quando o bem-estar dos outros passa por uma anulação da minha parte e do fazer algo à espera de uma coisa em troca, alguma coisa não está bem e há que mudar o motivo por detrás das ações.

É preciso mudar os conceitos em relação à vida e construir uma boa autoestima. Assim poderei assegurar que tudo aquilo que eu faço é com amor e boa-vontade.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Nada é o que parece – 263 de 365

parece

Por muito que eu pense que consigo ver para lá das aparências, a verdade é que a minha forma de olhar para as coisas está carregada de julgamento.

A minha postura de observador influencia o desenrolar e o resultado dos acontecimentos e tenho que estar bastante atenta às possibilidades que crio na minha mente, pois é isso que vou criar na minha realidade.

Todos os dias sou surpreendida pela forma como as coisas acontecem e quanto mais me desapego dos conceitos que criei em relação à vida, mais beleza vejo no fluxo das coisas.

Nada é o que parece, uma frase que muitas vezes se ouve por aí. E se pensar bem, nada é mesmo o que parece.

As coisas que parecem limitações transformam-se em bênçãos. Aquilo que eu pensava ser o melhor para mim, não me trouxe qualquer evolução. O que parecia ser bastante desconfortável trouxe-me crescimento.

Então, porquê perder tempo a julgar as coisas e a tentar perceber o motivo por detrás dos acontecimentos?

Não seria bem mais inteligente confiar na vida e saber que serei sempre encaminhada para o melhor resultado possível?

Existe tanto para lá do que eu consigo ver e compreender. Mas se calhar o meu objetivo não deve ser ver e perceber, mas sim usufruir e criar, confiando e entregando ao Universo a forma de as coisas chegarem até mim.

Obrigado!

Ângela Barnabé

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