Visita ao Bacalhôa Buddha Eden II – A Ângela Viaja

Visita ao Bacalhôa Buddha Eden

Na primeira vez que visitei o Bacalhôa Buddha Eden “prometi” lá voltar para poder conhecer com mais profundidade aquilo que este espaço tem para oferecer.

No passado dia 5 de julho, voltei ao Bombarral, também numa visita contemplada por uma iniciativa da Casa Escola António Shiva® ( o Atelier de Mecânica Quântica em Ação).

Apesar de pensar que esta vez o factor surpresa não estaria presente, uma vez que já lá tinha estado, fui surpreendida em diversos aspetos.

Nesta altura do ano encontram-se em floração os agapantos, flores que cobrem uma grande parte deste lugar, e que, combinados com as esculturas e todas as obras de arte que cobrem este maravilhoso jardim, trazem uma beleza única. O ano passado visitei o Bacalhôa Buddha Eden em abril, época em que estas flores ainda não mostravam a sua beleza.

Por saber que ia andar bastante, uma vez que o jardim já é grande e está sempre em crescimento, fui com uma postura preparada para caminhar, o que também me permitiu apreciar todo o passeio de uma maneira diferente e ver coisas novas, que na altura, por estar cansada (não pensando que iria andar tanto) não consegui ver.

Continuou a recomendar a visita a este espaço e tenho a certeza que irei lá voltar., porque apesar de ter visto grande parte , a sua constante expansão de certeza irá trazer mais belezas para apreciar.

Deixo-vos as minhas fotos favoritas abaixo e podem ver todos os momentos capturados pela máquina fotográfica na galeria da Casa Escola António Shiva® (clica aqui)

As recomendações que dei o ano passado (podem ler o artigo aqui) continuam atuais, incluindo o valor de entrada que é 5€, a pé.

Se tiverem alguma questão ou alguma sugestão deixem abaixo na caixa de comentários.

Ângela Barnabé

Visita à Serra da Estrela – A Ângela viaja

serra da estrela

Lembro-me de visitar a Serra da Estrela no verão de 2015 e de ficar maravilhada com a paisagem que pude observar. Foi apenas de passagem, pois estava a fazer a viagem de regresso após ter passado um fim-de-semana no norte de Portugal.

Na terça-feira tive a oportunidade de conhecer um pouco melhor este fantástico local e pus-me a caminho, com a Casa Escola António Shiva, sem saber muito bem o que esperar.

A vida é de facto perfeita e não poderia imaginar o quão agradável iria ser esta visita, nem a quantidade de surpresas que iríamos encontrar.

A única vez na minha vida em que vi neve foi em 2007 quando nevou em Lisboa, uma neve “ralinha”, mas que ainda assim deu para brincar.

Nesta visita, tive a bênção de brincar, de correr e de me deitar na neve. Até construímos um boneco de neve!

Para algumas pessoas que foram connosco a neve foi completa novidade e não poderia estar mais contente por poder ver toda a gente vibrar de alegria, como crianças, e a absorver o momento que estávamos a vivenciar.

Penso que nem sempre é possível ver neve nesta altura do ano, mas tivemos esta “sorte”.

A temperatura estava tão agradável, que se podia andar de manga curta a brincar na neve.

Abaixo deixo-vos algumas fotografias, mas mais uma vez afirmo que apenas a presença no local pode absorver tanta beleza.

Obrigado a este planeta por nos proporcionar tão agradáveis paisagens e à vida por me encaminhar para experiências tão boas e tão perfeitas.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Fui tomar café a Tomar – A Ângela viaja

tomar

Tomar é uma cidade do distrito de Santarém e apesar de estar aqui bem pertinho de mim, nunca tinha a visitado. (Aliás, a verdade é que conheço muito pouco do meu próprio país e tenho como objetivo alterar isso.)

Hoje surgiu a oportunidade de ir tomar um café a Tomar e ficar a conhecer um pouco mais desta cidade, dando um rápido passeio.

Eu gosto muito de passear junto à água, seja rio, mar ou mesmo um lago e por isso fiquei muito contente quando cheguei e vi um grande jardim perto do rio Nabão, o rio que banha esta bonita cidade.

Tomamos um café numa agradável esplanada e depois passeámos à beira-rio, observando a arquitetura dos edifícios.

Subimos então a pé até ao Convento de Cristo , que infelizmente, por já estar fechado, não pudemos visitar.

A vista para nós disponível tanto na subida como na chegada ao topo, ao convento, é maravilhosa e não há fotografias que mostrem a beleza e grandiosidade das imagens diante dos nossos olhos.

Deixo-vos algumas fotos que fui tirando:

Gostei muito do ambiente das zonas que visitei e espero poder fazer uma visita mais longa para poder ver e conhecer mais desta cidade histórica.

Irei também pesquisar um pouco mais sobre os primórdios desta cidade, pois pouco ou nada me lembro das aulas de história e geografia (rsrsrsr).

Se conhecerem Tomar e quiserem sugerir algum ponto para uma próxima visita, estou aberta às vossas partilhas.

Obrigado e até à próxima “viagem”!

Ângela Barnabé

Visita ao Bacalhôa Buddha Eden – A Ângela viaja

Bacalhôa Buddha Eden

O Bacalhôa Buddha Eden é o maior jardim oriental da Europa.  Já há algum tempo que ouvia falar deste jardim, mas até hoje nunca tinha surgido a oportunidade de o visitar.

Hoje, uma das atividades de um programa de recuperação da Casa Escola António Shiva contemplou a descoberta deste impressionante espaço e eu, muito entusiasmada, fiz parte desta visita.

Por muito que eu escreva ou publique imagens deste jardim, só mesmo a presença lá pode absorver a beleza do espaço.

Não esperava que fosse tão amplo (também porque fui sem pesquisa prévia), mas numa próxima visita irei melhor preparada.

O jardim é composto por lagos (com peixes KOI, patos, gansos…); por esculturas maravilhosas com motivos orientais e africanos; pequenas “cascatas”; árvores e plantas… Toda a organização é excelente e é um espaço extremamente calmo, limpo e organizado.

A nossa visita foi de mais ou menos 2 horas, mas de certeza que deixámos muita área para visitar.

Abaixo deixo-vos algumas fotografias do espaço:

Recomendo a 100% a visita a este espaço e deixo-vos algumas recomendações, com base naquilo que vi e experienciei e nas informações que me foram dadas:

Levar roupa e calçado confortáveis: a visita pode ser feita a pé ou de comboio, mas se quiserem usufruir de todo o percurso é melhor, como sempre quando se fazem visitas que exigem que andemos a pé, levem roupa e calçado confortáveis.

Ir preparado para passar algum tempo lá: o tempo previsto para uma visita, segundo o site do Bacalhôa Buddha Eden, é de 2 a 3 horas. Claro que este tempo varia consoante o ritmo do grupo, por isso é melhor ir preparado para um percurso longo. Foi-nos dito que poderíamos sair e voltar a entrar do espaço para almoçarmos, mas confirmem essa informação antes de iniciarem a visita.

Usufruam do espaço: eu tirei fotografias a algumas partes, mas na maioria tentei usufruir de todo o espaço. Às vezes na ânsia de guardar momentos para mais tarde recordar esqueço-me que só poderei recordar aquilo que vivi. Por isso gravem alguns momentos, a maior parte deles no vosso coração.

Preço da entrada: 5€ por pessoa (visita a pé) (18 de abril de 2018)

Podem obter mais detalhes deste jardim no site oficial: https://www.bacalhoa.pt/enoturismo/bacalhoa-buddha-eden

 

Irei pesquisar mais sobre este jardim e  de certeza que irei voltar a este jardim novamente, coletando mais informações.

Espero que se o visitarem gostem tanto ou mais que eu!

Ângela Barnabé

Viagem à Mata do Buçaco

Mata Nacional do Buçaco (Bussaco na grafia antiga) é uma área protegida localizada na Serra do Buçaco, freguesia de Luso, concelho da Mealhada. Foi plantada pela Ordem dos Carmelitas Descalços no primeiro quarto do século XVII, encontrando-se delimitada pelos murros erguidos pela ordem para limitar o acesso a mata.
Os Carmelitas construíram também aí o Convento de Santa Cruz do Buçaco, destinado a albergar essa ordem monástica, que existiu entre 1628 e 1834, data da extinção das ordens religiosas em Portugal.
Em 1888 foi iniciada a construção do Palácio Real (actualmente Palace Hotel do Buçaco) no local do convento, sendo este parcialmente demolido para o efeito.
A Mata Nacional do Buçaco possui espécies vegetais do mundo inteiro importadas pela Ordem dos Carmelitas Descalços, incluindo o célebre cedro-do-buçaco (Cupressus lusitanica).
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mata_Nacional_do_Bu%C3%A7aco

Fui convidada a visitar a Mata do Buçaco, e como adoro visitar sítios novos, principalmente florestas, aceitei o convite.

Partimos num domingo bem cedo e a viagem foi agradável e sempre com expectativa do que aí se avizinhava.

Posso dizer-vos que quando cheguei à mata fiquei completamente maravilhada.

Há alguns anos esta mata foi afetada por um ciclone, logo foi visível alguma “destruição”.

E digo “destruição” pois quem cuida da mata fez um bom trabalho e em vez de remover árvores caídas deixou-as lá, caídas, de forma a que não ferissem ninguém, o que permitiu que pudéssemos ver de uma forma diferente a magnitude das mesmas.

Também vi algo extraordinário causado por essa mesma “destruição”. Uma árvore, que foi derrubada e caiu em cima de um pequeno curso de água, foi transformada numa ponte.

A flora da área é de uma beleza estrondosa.

Árvores enormes, flores pequenas e delicadas de uma beleza única, cameleiras, cursos de água, pequenas casas de pedra.

Tive também oportunidade de ver um cisne enorme, que na sua grandiosidade, que fez questão de se apresentar aos visitantes que por ele passavam.

A Fonte Fria é algo espectacular, de uma beleza única. Eu subi toda a escadaria da Fonte. Cheguei um pouco sem fôlego mas valeu a pena.

Os pequenos cursos de água que apareciam ao longo do percurso eram límpidos e de uma leveza extraordinária.

Toda a energia da Mata é fantástica, parece um mundo completamente à parte.

Só visitamos uma pequena parte da Mata, pois da parte da tarde fomos visitar as Ruínas de Conímbriga (podem ler o artigo sobre as Ruínas de Conímbriga aqui).

Aproveitamos e fizemos um piquenique na Mata o que foi muito agradável.Para quem gosta de caminhar pela natureza, sugiro que visite a Mata do Buçaco. Tem muito para ver e muito espaço para caminhar.

Podem ver mais fotos desta visita na galeria da Casa Escola António Shiva®, clicando aqui.

Deixo-vos um convite.

Se decidirem dar um passeio por esta maravilhosa Mata, contem-me como foi.Quero ouvir a vossa experiência.

Obrigado.

Ângela Barnabé

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