amarras

Posso escrever mil e uma justificações para os comportamentos e pensamentos que tive ao longo destes meus 22 anos de vida. Posso apontar “responsáveis” por todos os conceitos que eu fui criando.

Posso, no entanto deixar isso de lado, uma vez que isso seria apenas palha e apresentar a única responsável pelo desenrolar de todos os acontecimentos na minha vida: EU!

Tive uma educação limitante; assim como a maioria das pessoas que conheço.

Não criei uma relação saudável comigo mesma, nem com a vida; assim como a maioria daqueles com que tenho partilhado a minha experiência.

Onde é que eu quero chegar?

Independentemente daquilo que eu passei ao longo da minha vida, independentemente daquilo que escolhi no passado, tão facilmente como criei uma limitação, posso libertar-me dela.

Não confio na vida porque me treinei para isso e porque aceitei como verdade aquilo que me foi dito por alguém, em algum momento da minha vida.

Mas agora, posso escolher dar ouvidos a outra pessoa, aceitar outro conceito como verdade e treinar uma nova consciência.

É tão simples criar amarras como libertá-las.

Mas para isso tenho que assumir a minha responsabilidade perante a minha vida e aceitar e agradecer todas as aprendizagens que o meu percurso de vida me trouxe.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Foto original por Laurentiu Iordache on Unsplash

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