Ao contrário do que eu pensava nada é permanente. Nenhum estado, nenhuma situação, nenhuma emoção dura para sempre.

Isso é bom. Naqueles momentos em que me encontro em situações desconfortáveis sei que tudo aquilo é momentâneo. Ou melhor, o que quer que eu esteja a sentir é mutável e por isso não durará para sempre.

Durará apenas o tempo que eu escolher que dure. Posso sair de qualquer estado num estalar de dedos, basta largar.

Os momentos em que me sinto plena também não durarão para sempre. Não significa que a plenitude não é eterna. Significa que à medida que expando a minha consciência o que estou a sentir, aquilo que acredito irá dar lugar a algo novo e isso acontecerá enquanto eu estiver a crescer.

Permitir que a vida flua ajuda-me a ser guiada para as melhores experiências e para que a cada momento eu possa ter os melhores resultados possíveis.

É tão engraçado olhar para trás e ver coisas que não conseguia ver e observar as coisas que sempre quis agora na minha mão.

Posso escolher deixar fluir e isso não significa que as coisas correrão à minha maneira, mas sim que irão correr da melhor forma possível.

Posso escolher estar bem e isso não depende de nada exterior. Aliás o exterior depende daquilo que eu escolho interiormente.

No fundo, a minha responsabilidade é estar bem e quando não estou bem é escolher mudar num estalar de dedos.

Cada segundo que passo “mal” é um segundo de mal-estar que semeio neste mundo, contribuindo para o mal-estar do mundo.

Cada segundo que estou bem é um segundo de bem-estar que semeio neste momento, sendo uma pessoa melhor e criando um mundo cada vez melhor.

A vida acontece num estalar de dedos. Basta aproveitar.

Obrigado por este dia cheio de vida!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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