apreciação

Não seria a primeira pessoa a dizer (e a escrever) sobre a importância da apreciação. Hoje começo um novo ciclo, este ano de 2019, e com ele inúmeras oportunidades para apreciar aquilo que me é apresentado.

Existe uma grande urgência em aprender a dar valor e a apreciar cada momento. Cada segundo que passa não volta mais. Aquilo que foi apreciado fica na memória e é uma experiência pela qual passei.

Aquilo que não foi apreciado; aquilo que foi obscurecido pelo medo, pela insegurança ou que simplesmente foi vivido em função do alcançar de um objetivo, isso é quase como se não tivesse acontecido.

Na correria do dia-a-dia parece fácil entrar-se no deixar andar e fazer tudo de forma apressada: comer, tomar banho, fazer as tarefas da casa, trabalhar… Mas se isso desempenha a maior parte do meu dia, porquê “viver” no automático?

A apreciação tem um grande valor; aliás é através dela que eu posso valorizar tudo aquilo que experiencio.

Apreciar cada ato, as pessoas, a comida, o sol, as flores, os aromas… Tanta coisa que me rodeia, que pode ser foco da minha atenção e da minha valorização…

Se eu tiver sempre em mente a apreciação de qualquer aspecto (sim, porque há sempre algo a ser apreciado e algo a dar mais atenção de toda a informação com a qual sou bombardeada todos os dias) irei com certeza criar muito mais coisas para apreciar.

Eu crio aquilo em que me foco e é aquilo que vou semeando, através dos meus pensamentos, atos e emoções, que vou colher no futuro e muitas vezes quase instantaneamente.

A forma como lido com a vida guia o caminho para onde sou levada; posso palmilhar um caminho de resistência ou posso, pelo contrário, seguir um percurso de valorização e apreciação.

Grata por este dia maravilhoso, repleto de apreciação,

Ângela Barnabé

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