plano A

Eu gosto muito de cozinhar, porque para além de gostar de comer aquilo que faço, aprendo bastantes coisas sobre a vida enquanto estou na cozinha.

Desafiei-me a fazer um bolo que queria fazer há muito tempo, sendo que devido aos vários e diferentes processos e ideias que eu tinha para o construir, pensei que o melhor era fazer um teste e só mais tarde concretizar propriamente o bolo.

Mas, esqueci-me do suposto teste que devia fazer ao bolo, e deixei tudo para o dia em que o queria servir. Por momentos duvidei que conseguisse concretizar o que tinha na minha mente, mas o resultado surpreendeu-me (como sempre).

O bolo saiu melhor do que eu esperava, seja em aspecto, seja em sabor.

Quando me deliciava com uma fatia desta “minha criação” refleti no medo que eu tenho que as coisas não corram bem e que ainda penso que me tenho que precaver para o que possa vir a acontecer.

O plano A resulta sempre. O que estraga é quando eu, com medo e duvidando da vida e do seu processo, crio o plano B.

Enquanto preparava o bolo surgiram imprevistos e tive que me adaptar. Tive que pedir ajuda. Tive que alterar um pouco a minha ideia inicial. Mas no final tudo ficou perfeito.

Obrigado!

Ângela Barnabé

P.s.: Deixo uma fotografia do bolo!

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