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A vida sabe o que faz – 284 de 365

a vida sabe o que faz

Nada acontece por acaso e quanto mais tomo consciência disso, mais consigo apreciar a beleza dos acontecimentos e a forma como tudo se desenrola.

A vida sabe o que faz e a prova disso é o sítio em que me encontro agora, em todas as áreas da minha vida.

No fundo, não é só agora que as coisas acontecem assim. Desde sempre foi assim, mas todos os muros que coloquei entre mim e a vida impediam-me de ver que isso acontecia.

Acredito que para que possa receber aquilo que quero tenho que passar por um processo de crescimento. Este processo não é uma coisa dolorosa, ao contrário do que eu pensava anteriormente, mas é algo que acontece de uma maneira natural e fluída.

Muitas vezes chego à conclusão que aquilo que anteriormente era desejado, afinal não faz tanto sentido assim. Outras concluo que o que me motivava a querer algo não era benéfico para mim e que é altura para alterar as prioridades.

Outras vezes, de forma a valorizar aquilo que tenho ou que vou ter preciso de passar por algumas experiências, de forma a expandir a minha consciência.

No meio de tantos itens que podem interferir com a valorização e usufruto das experiências como é que eu posso saber qual é o momento certo para as coisas chegarem?

A melhor resposta que eu tenho para esta pergunta é: confiar na vida, porque ela sabe o que faz.

Nada poderia ser mais perfeito do que o que tem acontecido até hoje. Se eu não vi isso foi porque estava agarrada àquilo que parecia, criando ansiedade e medo.

Os problemas eram causados pela minha mente, as inseguranças pela falta de confiança na vida.

A vida sabe o que faz e eu só tenho que apreciar isso.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Aprender com as experiências – 199 de 365

experiências

Cada vez que faço alguma coisa, crio a possibilidade de aprender mais. Posso aprender como se faz ou como não se faz. Posso aprender formas mais rápidas e eficientes de realizar alguma tarefa ou posso aprender que tudo tem o seu tempo e que nem sempre o objetivo é a rapidez.

Aprendo com as experiências dos outros: com o seu percurso, as suas histórias e aprendo como os conceitos podem criar uma realidade.

Não preciso de passar por determinadas experiências para saber que algo não resulta. Não preciso palmilhar o caminho da falta para valorizar, nem o do sofrimento para saber o que é a felicidade.

A vida é uma aprendizagem constante… Não existe uma regra, nem uma maneira certa para fazer as coisas.

Se aprendi alguma coisa nestes 22 anos de vida é que, independentemente daquilo que eu faça e do resultado das minhas ações, tenho que me sentir bem comigo mesma.

Se eu estiver bem, nunca irei tomar decisões que me levem a estar mal e independentemente do que aconteça, confiarei sempre na vida e em mim mesma.

Aprender com as experiências faz-me valorizar aquilo que já vivi e permite-me usufruir de todo o meu percurso, com confiança e gratidão.

Obrigado!

Ângela Barnabé

Ser o melhor que posso ser – Reflexões Diárias

Algo que me tenho apercebido nos últimos dias é que eu julgo a Ângela do passado.

Com base na consciência que tenho neste momento, tomo decisões cada vez mais conscientes. Mas no passado, com uma visão menos ampla da realidade, não podia ver aquilo que vejo agora.

Será que julgar aquilo que fiz no passado não é pior do que qualquer decisão que possa ter tomado?

Tudo tem uma ordem perfeita e ainda que eu tenha tomado decisões que me trouxeram sofrimento, pude, num dado momento, resolver essas mesmas situações e aprender tudo o que tinha a aprender com isso.

Mas, neste momento exercer um julgamento é de uma estupidez extrema. É desperdiçar toda a aprendizagem, é mandar fora toda aquela experiência, com base num conceito de certo ou errado, escolhido numa falsa posição de superioridade.

O que é pior: tomar uma decisão com base no melhor que sei e posso, ou julgar aquilo que fiz, achando que poderia ter feito melhor?

Fui muito importante identificar isso, pois a culpa não é uma grande propulsora do crescimento.

Aliás, em vez de julgar poderia aprender com tudo aquilo que fiz no passado, para que a cada momento possa honrar aquilo que fui, o melhor que sabia na altura.

Fui resistente, adiei, fui ingrata e irresponsável. Mas isso tornou-me na pessoa que sou hoje.

E será que hoje aceito quem sou?

Quando tomo decisões faço-o confiante e consciente que faço sempre o melhor, ou duvido da minha capacidade e preparação para lidar com aquilo que a vida me traz?

Até que ponto vai a minha falta de confiança em mim mesma e na vida?

Quando nada me faltou, quando encontrei sempre as pessoas certas, as oportunidades certas, que motivos tenho eu para achar que para tudo ser melhor tudo teria que ser diferente?

Obrigado por este dia, repleto de motivos para ser uma pessoa melhor!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

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