Janeiro tem sido um mês bastante agitado. Comecei o ano a fazer planos para que pudesse aproveitar ao máximo aquilo que estes 31 dias me tinham para oferecer.

Mas, no meio de tantas coisas, surgiram novas tarefas, novas situações para resolver que eu nunca poderia imaginar que iam acontecer.  Isso causou alterações de planos, algo que no passado era muito desconfortável para mim.

Não digo que hoje as situações inesperadas não me incomodem; no momento em que as coisas acontecem a tendência é resistir. Mas é cada vez mais fácil aceitar que tudo pode acontecer.

Ninguém pode prever o futuro e por muito que se aplique o controlo, tudo pode acontecer.

Tenho que estar preparada para o constante rodopiar que é a vida. Não é necessário ter medo, nem estar à defesa. Apenas preciso ter consciência que isso é que é vida.

Tudo aquilo que me faz crescer é aquilo que se passa fora da minha zona de conforto. É naqueles momentos em que sou “apanhada desprevenida” que eu posso ver aquilo em que realmente acredito e em que tenho oportunidade de praticar uma nova consciência.

Quanto mais depressa aceitar que vida é fluxo e que viver implica lidar com situações, melhor poderei lidar com o desconforto que é fazer algo pela primeira vez e permitir que uma nova forma de agir surja.

Muitas vezes sinto que procuro uma zona conhecida, na qual tudo o que acontece está dentro daquilo que eu estou habituada a fazer.

Mas aquilo que eu realmente procuro está fora dessa zona conhecida. Não significa que apenas deverei procurar fazer coisas novas, mas sim que devo também adotar uma postura nova perante tudo aquilo que já estou habituada a fazer.

A vida é maravilhosamente bela e cabe-me a mim escolher vivê-la dessa forma: melhorando a cada dia que passa.

Obrigado por este dia repleto de “acontecimentos”!

Até amanhã!

Ângela Barnabé 

Foto original por Peter Hammer on Unsplash

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