Uma das primeiras perguntas que fazemos a nós próprios quando iniciamos o processo de mudança e transformação é “Quem sou eu?”. À medida que esse processo evolui, a resposta vai variando e muito provavelmente vai se tornado algo mais positivo e mais consciente.
Muitas vezes começa-se por saber o que não se quer ser, porque na maior parte das vezes, se pomos ação na mudança, é porque não estamos satisfeitos com o que temos (e somos).
E à medida que vamos aceitando o ponto em que nos encontramos, e que vemos uma luz ao fundo do túnel, vamos nos permitindo sonhar e desejar ser algo que nunca poderíamos imaginar ser possível.
Os momentos em que víamos algo que queríamos ser ou ter e se despertava em nós um sentimento de injustiça, de inveja ou de autocomiseração, transformam-se em momentos de inspiração e de certeza que aquilo também é possível para nós, basta que o permitamos.
Esta é a visão, baseada na minha experiência de 11 anos de mudança. Enquanto eu no início rejeitava quem era e pensava ser impossível ser alguém diferente, alguém mais feliz, mais seguro, mais confiante, hoje sei que essa mudança está nas minhas mãos, e aos poucos, a visão que tinha criado para mim mesma passa a ser uma realidade.
Por isso é importante estar atenta àquilo que quero ser e agir em conformidade com isso mesmo. Porque muitas vezes, escolho reagir ao primeiro impulso, em vez de agir e esqueço-me que para que algo mude, tenho de ser eu a mudar.
Para que possa materializar algo na minha vida, tenho de estar em coerência com o que quero materializar. Não posso querer uma vida em serenidade, se alimento pensamentos de ansiedade e preocupação. Não posso querer uma vida de abundância se me foco na falta.
A minha realidade é 100% da minha responsabilidade. E se criei algo de uma determinada maneira, por ser 100% responsável, tenho o poder de mudar isso.
E como fazer?
Treinando, treinando, treinando, até isso se tornar parte de mim. Se me apercebo que o que eu estou a fazer e sentir é contrário à realidade que quero experienciar, tenho de sair desse estado o mais rapidamente possível. Senão, depois não vale a pena lamentar-me que aquilo que estou a colher não é aquilo que eu queria (porque o que semeei foi bem diferente).
Não quero com isto dizer que me devo culpar ou criticar sempre que saio do “caminho”. Porque se fizer isso apenas perpetuarei o que não quero criar.
O que quero dizer é que se me apercebo que não estou no caminho e não faço nada para mudar é impossível que as coisas sejam diferentes.
Claro que numa fase inicial, muitas vezes tudo não passa de um fingimento. Quantas vezes enchi a boca de gratidão, quando na verdade, dentro de mim, apenas sentia medo, falta, ansiedade…
Mas, enquanto não atinjo um estado de coerência, prefiro ir fingindo e ir me focando no que quero realmente criar, do que estar emaranhada naquilo que não quero vivenciar.
E um dia, faz-se um clique e dou por mim envolta naquilo que sempre quis, consciente que tudo acontece no momento certo.
Para além do trabalho que faço semanalmente com a intenção da semana, procuro também, todos os dias agradecer o melhor momento do dia e refletir sobre algum assunto que me possibilite retirar alguma aprendizagem.
Isso “obriga-me” a estar mais atenta e a fazer um inventário diário. Para além disso permite-me melhorar aspectos que precisem ser trabalhados para que me possa sentir cada vez melhor.
Por vezes reflito sobre um determinado assunto durante vários dias. Outras vezes apercebo-me da importância de valorizar e agradecer determinados aspetos na minha vida.
A minha sugestão para quem pretende fazer isto no seu dia-a-dia é arranjar um caderno (ou até mesmo no computador) e todos os dias ao final do dia, escrever aquilo que foi importante para si.
Normalmente respondo a quatro questões:
Ao que é que estou grata hoje?
O que aprendi hoje?
O que posso melhorar em relação à minha postura?
Qual foi o melhor momento do dia?
É um exercício bastante simples, pois não é necessário escrever um “testamento”, nem florear muito o que escrevemos. É apenas um momento de reflexão.
À semelhança da intenção da semana, decidi também partilhar estas aprendizagens aqui no blog. Claro que farei um resumo e que não abordarei pormenorizadamente aquilo que escrevo no meu caderno. Mas, sinto ser importante partilhar, porque da mesma maneira que eu, com as partilhas de outros, expando a minha consciência, talvez com a minha partilha poderei ajudar outros a fazerem o mesmo.
Assim que começar a partilhar estas aprendizagens podes lê-las aqui!
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